Financial Times já é “digital first”

O Financial Times já gera mais lucro a partir da edição digital do que da versão impressa, segundo avança o The Guardian. Torna-se assim no primeiro jornal do Reino Unido a poder afirmar-se como um negócio de conteúdo digital.

O “forte desempenho” digital do Financial Times resulta da estratégia de paywall, sendo que a maior parte do conteúdo do jornal está sob este modelo de pagamento, representando 60% da receita. A circulação total paga, que inclui digital e impresso, situa-se nos 843 mil, um aumento de 13% face ao ano anterior.

Por sua vez, o número de assinantes digitais cresceu 17%, representando agora três quartos das subscrições. O preço das assinaturas permite que o Financial Times recolha “receitas substanciais” das assinaturas, cuja subscrição pode varia de 5 dólares por semana para um pacote padrão e de 10 dólares por semana para um serviço premium.

No entanto, ressalva o Business Insider, “celebrar este marco também revela algo desagradável”. “Gerar mais lucro a partir do digital do que do impresso é impressionante e reflete o ajustamento digital do Financial Times, mas também revela a queda precipitada de receitas da versão impressa”.

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Terça-feira, 06 Dezembro 2016 12:54


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