A nova marca reflete o compromisso, assumido com o Ministério da Cultura, “de preservar, promover e partilhar com a sociedade portuguesa o seu relevante património cultural e artístico, através de parcerias com entidades públicas e privadas, como museus e universidades, de âmbito nacional e regional”.
O primeiro protocolo entre a administração do Novo Banco e o ministro da Cultura, Luís Filipe Castro Mendes, é assinado hoje, no Museu Nacional dos Coches, que será o primeiro a receber um dos depósitos de longa duração – a tela a óleo Entrada Solene, em Lisboa, do Núncio Apostólico Monsenhor Giorgio Cornaro.
A coleção de pintura do Novo Banco inclui obras dos séculos XVI a XX: “Os Financeiros”, atribuída a Quentin Metsys, no século XVI, “A Torre de Babel”, de meados do século XVII da Escola Flamenga, entre outras. Dos séculos XIX e XX, destacam-se obras de artistas portugueses como José Malhoa, Júlio Pomar, Júlio Resende, Eduardo Viana, Maria Helena Vieira da Silva, Manuel Cargaleiro, Mário Dionísio, Graça Morais e Pedro Croft, entre muitos outros.
Será concretizado um programa de depósito descentralizado da coleção de pintura do NOVO BANCO, colocando à fruição pública 97 obras em vários museus espalhados pelo território nacional.


