“O reconhecimento dos Prémios Eficácia reflete a consistência que temos vindo a ter”, diz, sobre a edição cujas candidaturas arrancaram esta quarta-feira, 8 de maio, e que serão avaliadas por um júri presidido por Nuno Bernardo (Superbock Group). Serão ainda jurados Ana André (Leroy Merlin); Catarina Barata (BMW); Mariana Coimbra (Era Portugal); Elsa Santos (Nestlé); Bruno Almeida (MediaCom); João Coelho (Fuel); José Carlos Bomtempo (BAR Ogilvy); Nuno Cardoso (NOSSA); Filipe Pinto (Marktest); Maria Estarreja (Universidade Católica Portuguesa); e Sofia Belo (McCann Lisbon).
Em 2024, irão manter-se as 18 categorias – sete setoriais e 11 especiais: Alimentação e Bebidas, Saúde, Higiene, Beleza e Cuidado do Lar; Produtos de Consumo Duradouro; Telecomunicações e Media; Serviços Financeiros e Seguros; Distribuição e Restauração; Restantes Serviços e Administração Pública; Novos Produtos e Serviços; Ativação e Patrocínios; Comunicação Institucional; Comunicação Tática; Utilização criativa de meios; Envolvimento de Comunidades; Low Budget; A Força do Bem; Commerce & Shopper; Brand Content & Entertainment e Data Driven.
“Este ano não mudámos as bases de participação nem as categorias, porque ainda o ano passado acrescentámos uma categoria e mudámos uns parâmetros em outra. E achamos que é preciso tempo para as pessoas absorverem e para começar a crescer e a ter espaço”, justifica.
“A novidade é que vamos ter vários momentos, porque os Prémios Eficácia podem ser um ponto de partida e um ponto de chegada, existe toda uma viagem que tem de ser percorrida. E essa viagem tem de ser a forma de credibilizar toda esta indústria”, nota, observando que “a eficácia na comunicação, o retorno à comunicação, é o que faz movimentar todo o negócio”. Daí o lançamento da Pós-Graduação Aplicada em Eficácia na Comunicação. “Porque temos essa obrigação”, afirma.
“Como Associação Portuguesa de Anunciantes, temos a obrigação de credibilizar a indústria e de ajudar a formar a indústria, a capacitar a indústria. E daí esta parceria com o ISCTE”, acrescenta.
“Queremos começar a moldar o que serão os futuros profissionais de Marketing, e que não olhem apenas para a comunicação como uma ideia gira, uma ideia criativa e que vai correr bem. A ideia criativa tem de trazer retorno, tem de trazer negócio. Se isso não acontecer, é só mais uma ideia entre milhares de ideias. E com a panóplia de meios de comunicação que temos hoje, com o multiformato que temos, se for só mais uma ideia, não pega, não cria notoriedade, não cria eficácia, não cria retorno e, como tal, não faz sentido”, adianta, sobre a pós-graduação que deverá ter início em setembro.
Sobre os destinatários da formação, Ricardo Torres Assunção esclarece: “O perfil referencial são pessoas com mais de dois anos de experiência de trabalho, que estejam envolvidas nesta indústria, ou que queiram fazer uma mudança de profissão e que queiram perceber se realmente a indústria da Comunicação e de Marketing é o que faz sentido para o seu futuro”.
As marcas, agências e profissionais do setor podem submeter as candidaturas até dia 28 de junho próximo os seus projetos mais “notáveis e memoráveis”. Em novembro, serão premiados os melhores casos a concurso onde a eficácia for comprovada com os galardões Grande Prémio, Prémios Ouro, Prata e Bronze, e finalista.
Sofia Dutra

