Segundo a TNS, as tecnologias que definem os parâmetros para o consumidor conectado já não são novas. “O iPhone da Apple já completou oito anos, o Facebook e o Twitter estão no domínio público há quase uma década, e o Linkedin e o Google ainda há mais tempo”, aponta a TNS, em comunicado. Por isso, afirma, as tendências no comportamento das pessoas têm-se tornado mais consistentes e previsíveis.
De acordo com o estudo, os consumidores estão constantemente conectados através de tecnologia digital – “e isto cria oportunidades para os marketeers identificarem os melhores momentos digitais, que melhor se adequam às suas marcas”.
A segunda tendência diz respeito à fragmentação social, sendo que “a melhor oportunidade das marcas reside em adaptar a sua abordagem a cada canal”. Segundo os dados, em média, os jovens entre os 16 e 24 anos usam pelo menos três plataformas sociais por dia.
Em terceiro, o estudo revela que as marcas devem desenvolver conteúdos estratégicos adaptáveis, que proporcionem a melhor experiência possível em todos os ecrãs. Isto porque, 67% dos espectadores no mundo, em horário nobre, utilizam múltiplos ecrãs enquanto veem TV.
A quarta tendência aponta para um maior consumo de vídeo, embora não na TV tradicional – “nos canais tradicionais de televisão as visualizações baixaram 12% nos EUA”.
De acordo com os dados, 47% dos indivíduos entre os 16 e 24 anos, em todo o mundo, gostam da ideia de ter publicidade personalizada. “Os consumidores estão cada vez mais confortáveis em partilhar informação com as marcas desde que ganhem em troca: relevância ou outras formas de valor”.
A sexta tendência aponta para uma consolidação das aplicações, uma vez, em média, as pessoas usam 12 apps por dia.
“Converter vendas a qualquer hora, em qualquer lugar” é a sétima tendência apontada pelo estudo Connected Life, que conclui que 35% do tempo dependido a fazer compras online é feito através de telemóvel.
Por fim, a oitava tendência revela uma “apetência para a disrupção.” “Os consumidores aceitam novos tipos de fornecedores, canais e métodos de pagamento, e estão abertos a novas formas de fazer as coisas, se forem ao encontro das suas necessidades”.


