Diz a Warc que com as plataformas sociais a oferecer uma ampla gama de opções para publicitar e distribuir conteúdos de vídeo, as marcas encontram aqui abordagens de sucesso. “Vemos um numero crescente de marcas a experimentar plataformas de vídeo em direto como o Periscope do Twitter ou Facebook Live, e este formato parece funcionar melhor para conteúdo que é exclusivo, noticioso ou que exige participação do público ao vivo”, comenta o head of content da Warc, David Tiltman.
Neste âmbito, a Warc identificou nove insights de como o vídeo está a ganhar relevância e, começa por apontar o rápido crescimento de que será alvo no decorrer deste ano. “Os sinais são de que os marketers planeiam aumentar os gastos em publicidade de social vídeo, com o mobile a capturar o maior investimento. Em segundo, a Warc afirma que o Live vídeo é uma oportunidade de conteúdo exclusivo ou interativo, mas ainda é uma área emergente. “Os primeiros sinais mostram que as taxas de partilha e os comentários são maiores do que no formato de vídeo padrão”.
Em terceiro, a Warc refere que as marcas estão a escolher quais as plataformas mais indicadas para atingir o público pretendido, em vez de tentarem gerar engagement em todos os canais sociais. “O Facebool é a plataforma líder no que diz respeito ao social media, no entanto, plataformas como Snapchat e Twitter oferecem segmentação e formatos que podem ser indicados para determinadas campanhas”.
De acordo com a Warc, as taxas de partilha continuam a ser uma medida útil para gerar engagement. “Á medida que as marcas investem na distribuição paga de social vídeo, a partilha tornou-se menos importante como uma forma de gerar alcance, no entanto continua a ser um indicador útil do nível de envolvimento com o conteúdo”.
O quinto insight aponta que as marcas são aconselhadas a fazer menos, mas melhores publicações. “Como a quantidade de conteúdo de vídeo em redes sociais aumenta, é mais difícil captar a atenção do consumidor”.
“Social video tem pouco tempo para gerar engagement. As marcas devem trabalhar com o ‘skip'”. “As marcas devem considerar tanto o quanto como contexto do consumo de vídeo”, afirma a Warc. O sétimo insight aponta que, no mobile, um anúncio de 30 segundos está a tornar-se em anúncios de 3 segundos. “As marcas podem ter apenas três a cinco segundos para agarrar a atenção do consumidor”.
A Warc refere ainda que as métricas de social vídeo devem ser cuidadosamente estudadas. “Em setembro de 2016, o Facebook admitiu sobrestimar o tempo médio de visualizações”.
Por fim, o vídeo focado em influenciadores “é eficaz como um complemento às abordagens tradicionais”. “Os influenciadores, incluindo ‘vloggers’ tornaram-se num foco de interesse para anunciantes”.


