“Os meses que se seguem continuarão a ser de grande exigência e resiliência tal como até agora. Acredito que nesta ‘segunda fase’ do ano ainda nos iremos debater com algumas dificuldades para atingir as metas que perseguimos e que estabelecemos para o ano, e aferir os resultados.
Qualquer previsão nesta fase sobre pode ser um ‘tiro no escuro’, já que ainda estamos numa espécie de análise intermédia daquilo que foi feito e conseguido, do que precisamos que aconteça e do que prevemos fazer acontecer neste segundo semestre.
Tenho a convicção de que nos próximos meses teremos que transformar as dificuldades em oportunidades para atingir mais e melhores resultados e para tentarmos, continuamente, reconquistar alguma confiança dos consumidores, dos portugueses, e a contribuir para (alg)uma retoma, económica e emocional.
Para além da inevitável contenção – uma palavra a que nos temos vindo a habituar progressivamente – é fundamental que todos continuemos empenhados no compromisso de crescimento e de sustentabilidade, dado o contexto de crise atual. Nesse sentido é fundamental continuar a investir na comunicação de marca já que essa continua a ser uma ferramenta que nos desperta e nos envolve de forma positiva.
Apesar de todos os indicadores apontarem para o decréscimo económico e diminuição de recursos, e desse ser o cenário mais expectável, importa saber prever, ponderar e decidir da forma mais acertada, com informação e com transparência. Em última análise, importa às empresas e a todo o setor anunciante continuar a investir numa relação de equilíbrio e de valor acrescentado, que traga ao consumidor um benefício relevante”.
Fonte: Briefing

