Com a nova carta de verão, o JNcQUOI Fish reforça a aposta numa cozinha portuguesa de mar, entre peixe, marisco e pratos pensados para a partilha. Fomos conhecer as novidades à Avenida da Liberdade, onde o restaurante ocupa o espaço da futura JNcQUOI House, o hotel da marca, concebido pelo arquiteto Vincent Van Duysen.
Estivemos no JNcQUOI Fish para conhecer a nova carta de verão e, entre pratos para partilhar e propostas de peixe e marisco, percebemos que a experiência começa antes de chegar à mesa: a cozinha aberta deixa ver o movimento da equipa e acompanha o ritmo do serviço.
Poucos meses depois da abertura, o restaurante recebeu um Sol na edição de 2026 do Guia Repsol Portugal. A nova carta mantém o foco no produto português e numa cozinha de inspiração atlântica, acrescentando propostas como o atum braseado com escabeche, o filete de anchova em pão torrado com manteiga e o pica-pau de atum. O arroz de tamboril e gambas surge entre as opções de prato principal, num menu pensado também para a partilha.
Na carta, permanecem alguns dos pratos que já fazem parte da identidade da casa, como a salada russa com caranguejo real, o carabineiro com arroz cremoso de limão e o peixe no forno à portuguesa. Nas sobremesas, o pão de leite no forno com creme inglês mantém-se entre as propostas – e ainda bem…
Durante a refeição, a cozinha continua a ser parte da experiência. Dali saem peixes e mariscos preparados na grelha ou na fritura, mas também caldos e propostas cruas. É um cenário que ajuda a perceber o trabalho que acontece antes de cada prato chegar à mesa e que dá outro ritmo à refeição.
À frente da cozinha está Filipe Carvalho, que chegou ao universo JNcQUOI em 2024, como Executive Sous Chef, e assumiu, em 2025, a liderança do projeto gastronómico da JNcQUOI House, enquanto chef executivo do JNcQUOI Fish e do JNcQUOI Table.
“Queremos que o JNcQUOI FISH seja uma casa onde as pessoas tenham vontade de voltar constantemente”, explica o chef, que define a proposta como uma cozinha de mar contemporânea e emocional, assente no produto português e na partilha.
Depois de uma refeição em que o mar é o ponto de partida, fica também a ideia de uma casa que procura integrar-se no movimento da Avenida: um lugar para sentar à mesa com tempo, seja para um almoço demorado, um final de tarde ou um jantar entre amigos.
Carolina Neves





