Terça-feira, 31 Maio 2016 11:40
Inovação x criatividade
Frank Zappa, mestre da inovação, criatividade e liberdade de expressão no século XX, afirmou “A mente é como um para-quedas, só funciona se estiver aberta” e “Sem desvio da norma, o progresso não é possível”.

A Tauromaquia é uma actividade económica que movimenta vários milhões de portugueses, quer nas praças quer nas ruas. Esta deve ser gerida e comunicada de uma forma estruturada e estratégica, reposicionando-se para potenciar a sua relevância social e aumentando a sua relevância para o consumidor e para as marcas. É este o grande desafio para o Século XXI, nesta arte centenária que, no ano de 2015, movimentou cerca de meio milhão de espectadores.
Um aspecto curioso da história recente, tão próxima que ainda se chama presente, é a ideia de um certo regresso ao passado, no sentido da valorização da verdade. A pública e a privada.
O consumidor tem hoje acesso a mais informação do que alguma vez teve e a Internet tornou-se o meio mais eficaz e mais influente através do qual procura informação e faz comparações de produtos/serviços. Actualmente a internet conta com 130.000.000 websites, 70% dos consumidores procura informação na internet antes de comprar um produto ou serviço, adultos gastam 15 ou mais horas na internet por semana e 30% das compras online ocorre fora do horário normal da loja.
Peter Drucker estava correto quando disse “o propósito de um negócio é criar e manter um cliente”. Este é o objetivo de qualquer negócio: atrair e manter clientes. Este princípio subsiste no digital.
Com o objectivo de crescer exponencialmente o número de utilizadores, as técnicas de growth hacking têm sido utilizadas pelas maiores empresas do mundo, enquanto ainda eram startups.
Num destes dias o pasquim eletrónico da Workmedia voltou a referir-se à LPM para noticiar a saída de dois diretores do grupo (e não da consultora LPM, propriamente dita). Na vida empresarial são tão comuns as saídas e as entradas (de clientes, de contratos, de colaboradores, de fornecedores) que as situações invocadas não me merecem nenhum especial comentário – a não ser o de que o tempo provará que a Workmedia, na ânsia de colidir com a LPM, continua a acolher fontes mal informadas ou mal intencionadas.
A mudança de ano para muitos publicitários acontece em junho, devido ao Festival de Cannes. É quando as tendências são conhecidas, é quando se distingue o que de melhor foi produzido no ano anterior. Assim, acredito que em 2016 vamos continuar a ver marcas que se destacam por fazer a diferença na vida das pessoas.