Quinta-feira, 10 Dezembro 2015 10:28
Eles são millennials. Mais ou menos.
Tenho conhecido muitos millennials ao longo do tempo e posso afirmar, mesmo sem qualquer informação para além da observação empírica e da minha memória, que sou mais millennial do que a maioria deles.

Há uns anos, a Hamlet foi chamada a montar e comunicar um evento interno de um banco. Era uma festa que juntaria toda a empresa, sede e balcões, em torno do “dia da saúde”, ou parecido: haveria atividades lúdicas, ações de consciencialização e muito convívio.
Uma das principais funções, talvez a mais importante, de um sistema de Business Intelligence (BI) ou, melhor ainda, de um Sistema de Business Analytics (BA) define-se simplesmente pela capacidade de processar dados e transformá-los em informação objetiva e pertinente. Este processo implica a recolha e o processamento de grandes volumes de dados com o propósito de resultar em funcionalidades analíticas relevantes.
Nas últimas semanas, a tecnologia de Realidade Virtual (VR) e os vídeos 360 tiveram, finalmente, um grande impacto no mundo tecnológico das grandes marcas. A Apple e os U2 lançaram o aplicativo 
Há já alguns anos que o retalho tradicional despertou para o e-commerce e,entre os grandes retalhistas, dezenas já vendem uma fatia relevante dos seus produtos on-line. A surpresa desta semana está relacionada com o facto da Amazon – supra sumo do e-commerce – fazer o caminho inverso e saltar do mundo virtual e tornar-se tão real como as centenárias redes de lojas tradicionais. Por que é que a Amazon deu este passo? Por que é que Jeff Bezos terá decidido provar um pouco da dureza dos tijolos e cimento?
Parem as rotativas. Não podemos publicar. E publicaram uma página em branco.
Tendo passado os últimos três anos a falar com muitos decisores de marketing sobre como utilizar o Digital para os ajudar a aumentar as suas vendas em lojas físicas, para além do muito que aprendi fui construindo uma lista daquelas que considero as principais “mentiras do Digital”.
Num único slide, uma única ideia: chamaram-lhe “the social media phenomenom”, antecipando, há sete anos, na primeira edição do Verge em Lisboa, toda uma revolução de hábitos que se haveria de seguir.