Quarta-feira, 24 Maio 2017 12:23
2ª Era Digital e a eficiência comercial
Na era que atravessamos, chamemos-lhe indústria 4.0 ou simplesmente Era Digital, o tema está nos processos e não na tecnologia. Todos concordamos que não falta propriamente tecnologia, falta, sim, a sua adoção e otimização para que a tecnologia sirva os processos e não mais os processos “encaixados” em tecnologia.



Como pode uma determinada marca desenvolver um diálogo duradouro com cada um dos seus influenciadores, usando aplicações de software voltadas para a gestão de uma área emergente como a Influencer Advocacy (IAD)? Primeiro, para responder a esta questão, o melhor é perceber o que significa este conjunto de novas práticas IAD.
A revolução dos cravos trouxe grandes alterações à vida dos portugueses. E uma delas foi com certeza a toda a dinâmica de consumo – as marcas viram-se, também elas, mais livres.

No corrupio dos dias, cada vez mais, vivemos imersos na avalanche dos inadiáveis do quotidiano, a acompanhar tendências, de que a área das MarCom é das mais pródigas, e a trabalhar num sufoco crescente.
A bancada do parque de jogos do Clube Desportivo do Candal estava praticamente vazia. Todos os pais, amigos e olheiros juntavam-se à volta de metade do campo pelado, num cordão humano de apoio incondicional. Era a grande final do torneio infantil de futebol de sete. De um lado, a equipa com o melhor ataque, a melhor defesa e as piores chuteiras. Do outro, a equipa com o melhor marcador do torneio, onze anos apenas e mais de um metro e setenta de altura.
Na semiescuridão os smartwatch e tablet são ativados e recebem uma informação. O cão está inquieto – o ritmo cardíaco galopa e a respiração aumenta. Se a sua casa inteligente tiver câmaras a transmitir, num piscar de olhos saberá que um drone acabou de deixar uma encomenda, a comida para o seu animal de estimação.
Amanhã, dia 20, é oficial. Quer se goste, quer não, a era Trump já começou. “The Donald” chegou onde queria e o mundo terá de se habituar. Provavelmente não será fácil. Desde que a sua eleição começou a parecer provável, por todo o lado ouvimos a mesma pergunta: como é que foi possível? Como foi possível? Com marketing. E do bom.
Todos nós temos algo em comum: o que é verdadeiramente valioso nas nossas vidas é intangível. Sem dúvida que os bens materiais podem ocupar um lugar importante no nosso dia a dia, mas são as relações pessoais, as experiências, os momentos e as emoções que realmente nos preenchem e nos fazem, de facto, felizes.