Quarta-feira, 07 Dezembro 2016 11:23
Como podem as PME potenciar o seu negócio na época natalícia?
A época de compras de natal é um momento importante para as pequenas empresas. De acordo com os dados dos EUA de 2015, quase 20% das vendas anuais de algumas lojas acontecem durante esse período.



Quem como eu nasceu no norte sabe muito bem dar valor às noites quentes de verão. Isso e não ver os amigos que vivem a 300 quilómetros de distância fez com que ficasse à conversa até mais tarde.
Existe uma realidade no mercado audiovisual português que passa pela presença diária de um conteúdo de ficção que contacta diariamente com 1.200.000 a 1.500.000 de telespetadores.
Não sei se deverei começar por fazer a habitual declaração de interesses, ou se o leitor já está familiarizado: sou da rádio, gosto da rádio, investigo rádio e faço outras coisas, também relacionadas com a rádio. Mas não faço parte do grupo dos que ficaram no passado carpindo mágoas por uma rádio mal amada, por vezes mal tratada, menos ainda perco tempo a achar que antigamente é que era bom.
Parece uma questão simples de responder, mas de facto será que as empresas conhecem os seus clientes? Uma das respostas mais comuns que recebo nas conversas com as empresas é que já integraram nos seus processos formas de conhecer o cliente: focus groups, estudos de mercado, questionários de satisfação de clientes… Mas será de facto este o modelo correto para conhecer o meu cliente?
Apesar de os portugueses serem, na União Europeia, dos que mais arriscam em termos de empreendedorismo, Portugal tem uma das menores taxas de sobrevivência entre as empresas mais jovens. Tendo este cenário bem presente importa refletir de forma prática sobre o que separa quem cresce e prospera de quem definha e desaparece e o que determina o sucesso ou o que leva ao insucesso. A Comunicação é um bom exemplo de um fator crítico para o sucesso.
Mais um ano que se passou, mais um ano de vitórias e derrotas, concordâncias e discordâncias. E também, mais um ano de pressões, jogos políticos, manobras de bastidores, favores e jeitinhos.
Os CIO de hoje são confrontados com um cenário de constante evolução das TI, o que traz consigo oportunidades e riscos em igual medida. Por cada novo dispositivo que assegura produtividade acrescida e a capacidade de trabalhar a partir de qualquer lugar, há também mais uma potencial brecha na segurança do negócio.
Nos últimos anos temos assistido à evolução de um conjunto de forças tecnológicas, nomeadamente, “cloud”, “social”, “mobile”, “big data” e ultimamente a “Internet of things”. Como resultado do consumo de informação em dispositivos móveis, o comportamento das pessoas tem causado uma convergência destas forças, ao ponto de esta onda de transformação tecnológica conduzir a que, até 2025, cada setor da indústria como um todo se transforme num negócio integralmente digital1.
Assiste-se ao início do Euro2016 e, ao mesmo tempo, à atividade dos anunciantes que encontram neste evento uma oportunidade para reforçar a afinidade com o público-alvo. Paralelamente constata-se a alteração da forma como os fãs presenciam a competição e, consequentemente, a transformação do modo como as marcas abordam o mercado e alcançam os consumidores.