Segunda-feira, 18 Julho 2016 11:26
Como conhecer melhor o meu cliente?
Parece uma questão simples de responder, mas de facto será que as empresas conhecem os seus clientes? Uma das respostas mais comuns que recebo nas conversas com as empresas é que já integraram nos seus processos formas de conhecer o cliente: focus groups, estudos de mercado, questionários de satisfação de clientes… Mas será de facto este o modelo correto para conhecer o meu cliente?


Apesar de os portugueses serem, na União Europeia, dos que mais arriscam em termos de empreendedorismo, Portugal tem uma das menores taxas de sobrevivência entre as empresas mais jovens. Tendo este cenário bem presente importa refletir de forma prática sobre o que separa quem cresce e prospera de quem definha e desaparece e o que determina o sucesso ou o que leva ao insucesso. A Comunicação é um bom exemplo de um fator crítico para o sucesso.
Mais um ano que se passou, mais um ano de vitórias e derrotas, concordâncias e discordâncias. E também, mais um ano de pressões, jogos políticos, manobras de bastidores, favores e jeitinhos.
Os CIO de hoje são confrontados com um cenário de constante evolução das TI, o que traz consigo oportunidades e riscos em igual medida. Por cada novo dispositivo que assegura produtividade acrescida e a capacidade de trabalhar a partir de qualquer lugar, há também mais uma potencial brecha na segurança do negócio.
Nos últimos anos temos assistido à evolução de um conjunto de forças tecnológicas, nomeadamente, “cloud”, “social”, “mobile”, “big data” e ultimamente a “Internet of things”. Como resultado do consumo de informação em dispositivos móveis, o comportamento das pessoas tem causado uma convergência destas forças, ao ponto de esta onda de transformação tecnológica conduzir a que, até 2025, cada setor da indústria como um todo se transforme num negócio integralmente digital1.
Assiste-se ao início do Euro2016 e, ao mesmo tempo, à atividade dos anunciantes que encontram neste evento uma oportunidade para reforçar a afinidade com o público-alvo. Paralelamente constata-se a alteração da forma como os fãs presenciam a competição e, consequentemente, a transformação do modo como as marcas abordam o mercado e alcançam os consumidores.
Frank Zappa, mestre da inovação, criatividade e liberdade de expressão no século XX, afirmou “A mente é como um para-quedas, só funciona se estiver aberta” e “Sem desvio da norma, o progresso não é possível”.
A Tauromaquia é uma actividade económica que movimenta vários milhões de portugueses, quer nas praças quer nas ruas. Esta deve ser gerida e comunicada de uma forma estruturada e estratégica, reposicionando-se para potenciar a sua relevância social e aumentando a sua relevância para o consumidor e para as marcas. É este o grande desafio para o Século XXI, nesta arte centenária que, no ano de 2015, movimentou cerca de meio milhão de espectadores.
Um aspecto curioso da história recente, tão próxima que ainda se chama presente, é a ideia de um certo regresso ao passado, no sentido da valorização da verdade. A pública e a privada.
O consumidor tem hoje acesso a mais informação do que alguma vez teve e a Internet tornou-se o meio mais eficaz e mais influente através do qual procura informação e faz comparações de produtos/serviços. Actualmente a internet conta com 130.000.000 websites, 70% dos consumidores procura informação na internet antes de comprar um produto ou serviço, adultos gastam 15 ou mais horas na internet por semana e 30% das compras online ocorre fora do horário normal da loja.