Segunda-feira, 09 Junho 2014 11:20
Why music matters, ou as razões pelas quais ouvimos rádio
Para a maior parte das pessoas, a rádio é música. Não são precisos relatórios produzidos nos Estados Unidos para chegar a essa conclusão. Até os mais simples ou rudimentares estudos revelam isso mesmo.

Um dos efeitos causados pelo atual contexto macroeconómico foi o facto de as marcas se preocuparem mais com os aspetos de retenção e de qualidade.
Como eu o vejo, temos o mundo conectado e o outro, desconectado. Propositadamente, ou não, há um mundo que usa a tecnologia e outro que abusa dela. Na verdade, as marcas orientam-se rapidamente para aqueles que dela abusam sem, contudo, ignorarem aqueles que dela se usam.
Discute-se muito sobre políticas de crescimento da produtividade e, talvez por associações linguísticas, logo se infere a necessidade de produzir mais ou melhorar a eficiência (mais a um menor custo). Mas não é por produzir mais em quantidade que se aumenta o PIB. Não é apenas produzindo mais em quantidade que conseguimos dar o salto dos cerca de 40% que hoje pesam as exportações no PIB para os 80% que são comuns no norte da Europa.
Dia 8 de Março foi dia de mais uma estreia na TVI com um novo programa de entretenimento: “MasterChef Portugal” que garantiu a liderança dos níveis de audiência média com, aproximadamente, um milhão e quatrocentos e quarenta e quatro mil espectadores que, durante mais de 1h30min, optaram pelo prime-time da estação de Queluz.
No topo da lista dos artigos da WARC mais consultados nesta área destacou-se o artigo “Ligue-se ao comprador no móvel”, publicado no ADMAP, e em que se descreve quanto os novos equipamentos estão a modificar a forma como os consumidores se procuram informar sobre produtos, como os compram e depois como partilham as suas experiências com as suas redes sociais.