O Regresso às Aulas continua a pressionar os orçamentos familiares, mas o comércio eletrónico assume-se cada vez mais como uma ferramenta para controlar a despesa. De acordo com os resultados do estudo “O Consumo Online em Portugal 2026”, da Webloyalty, 85 % dos portugueses preveem gastar igual ou mais do que no ano passado nas compras online para o novo ano letivo, com promoções e descontos a liderarem as estratégias de poupança.
A maioria dos portugueses, 81 %, estima gastar até 200 euros, enquanto 19 % prevê ultrapassar esse valor. Entre as categorias mais procuradas online, estão: o material de papelaria (63 %), a roupa (48 %), os livros (47 %), as mochilas e estojos (41 %), e o calçado (39 %). A tecnologia representa também uma fatia relevante, sendo adquirida por 33 % dos consumidores.
Num contexto de maior pressão sobre o orçamento, 72 % dos inquiridos apontam as promoções e descontos como a principal forma de poupar, seguidos dos cupões e códigos de desconto (57 %) e do cashback (46,3 %). No total, 67 % dizem que os programas de desconto e cashback influenciam muito ou bastante as suas decisões de compra.
“O regresso às aulas confirma que o consumidor português é cada vez mais reflexivo nas suas decisões de compra”, afirma o VP General Manager da Webloyalty Iberia & LATAM, Eduardo Esparza. O responsável destaca ainda a relevância crescente do cashback: 87 % dos portugueses já conhecem este mecanismo e 88 % mostram interesse em plataformas que ofereçam reembolsos nas marcas que habitualmente utilizam.
Para a Webloyalty, o Regresso às Aulas marca também o arranque do chamado Golden Quarter, período que concentra algumas das principais épocas de consumo do ano, como a Black Friday, a Cyber Monday e o Natal.
Carolina Neves

