Terça-feira, 29 Março 2016 17:15
Há mais EDP (e fado) no NOS Alive
A edição de 2016 do NOS Alive terá sete palcos, mais um do que o ano passado – tudo graças à parceria com a EDP, que resultou na requalificação de uma rua, que terá o nome da empresa, e na criação do EDP Fado Cafe, onde tudo será português, do ambiente à música.









Falar “olhos nos olhos” com o público. É por aqui que passa o sucesso de uma ativação de marca nos festivais de música. Fazer perdurar a mensagem no tempo também ajuda, segundo a experiência da Pedro Machado Rodrigues, diretor-geral da Pepper.
Em março, o Talkfest (fórum sobre o futuro dos festivais de música em Portugal) teve a sua 4ª edição e a conferência dedicada ao escrutínio das marcas e da sua ligação ao público encheu-se…de promotores de diversos festivais portugueses que irão ocorrer ao longo do ano de 2015.
A música não me apanhou à primeira, como já antes aconteceu com as produções de Goldroom, alter-ego do produtor Josh Legg. Goldroom soa sempre a Verão, talvez por força da influência de Los Angeles que o leva a criar música aparentemente simples, com base em sofisticados detalhes electrónicos, surpreendentes não apenas no refrão.



