Sexta-feira, 08 Novembro 2013 11:53
Tempo dedicado à publicidade a recuperar no início do 2º semestre
O início do 2º semestre de 2013 indicia uma inversão da tendência de quebra do tempo dedicado à publicidade verificado no 1º semestre (-15%), ao registar crescimentos mensais expressivos, nomeadamente no passado mês de Outubro, onde se verificou um crescimento de 21%.

Pelo terceiro ano consecutivo, estamos de braço dado com a APAN e com o Grupo Consultores. A produzir integralmente esta gala. Da campanha de comunicação à cenografia, passando pelo guião, agenciamento e a sua produção integral, é o departamento de Empresas das Produções Fictícias o responsável.
Quando todos estão atentos aos dígitos percentuais da quebra de investimento publicitário – porque alguém fez a previsão de que em 2013 iríamos recuar entre 9% e 10% – há que referir a existência de um amplo mundo cheio de vida “para além do deficit”.
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O correio electrónico, ao qual todos (ou quase) chamamos email invadiu as nossas vidas, melhorando a eficiência da comunicação. Até ao dia (que já deve ter chegado à maior parte das pessoas) em que se transformou num pesadelo.

“Ninguém se quer sentir um alvo (mesmo que o seja) e sentir que há um elemento estranho a forçar um sentimento ou uma necessidade inexistente”, afirma a responsável pelo marketing da N Seguros, Sílvia Ramiro, num artigo de opinião em que defende a necessidade de as marcas socializarem com os consumidores, isto é, de se tornarem friendly.
“O sr. João, que tinha o hábito enraizado de ouvir rádio, nunca pensou como seria o seu mundo sem a rádio”. Até que, um dia, os filhos lhe ofereceram um tablet. Este é o ponto de partida do artigo de opinião que a investigadora Paula Cordeiro escreve para o Briefing.
