Quinta-feira, 13 Agosto 2015 10:10
De boas ideias está o inferno cheio. Mas umas são melhores do que outras…
Numa altura em que estamos mais ali, do que aqui – sendo o ali a praia, o jardim ou qualquer outro local de aprazível descanso e abstracção, a ideia de concertos ao fim do dia parece-me sempre uma boa ideia.


Em março, o Talkfest (fórum sobre o futuro dos festivais de música em Portugal) teve a sua 4ª edição e a conferência dedicada ao escrutínio das marcas e da sua ligação ao público encheu-se…de promotores de diversos festivais portugueses que irão ocorrer ao longo do ano de 2015.
Simplicidade. Esta é a palavra que vai marcar, aqui em diante, as conversas sobre o festival de Cannes 2015. É nisso que acredita Frederico Roberto, o associate creative director da londrina VML, demonstrando, para o Briefing, como todos os Grand Prix têm na origem ideias “terrivelmente simples” executadas com “grande mestria”.
De acordo com dados recentes da Google, cerca de 80% das pessoas pesquisam um produto antes de o comprar. Já o último estudo da Meaningful Brands conclui que se 74% das marcas desaparecesse, as pessoas não sentiriam a sua falta. Moral da história: as marcas estarem presentes na vida dos seus consumidores sempre foi relevante, mas hoje, mais do que nunca, estar presente e online é crítico para sobreviver.
Comprar está-nos no sangue e as marcas tudo têm feito para que pensemos exactamente assim, que comprar faz parte de nós, que comprar é bom. Até pode ser. Especialmente se, ao comprarmos, estivermos a fazer crescer projectos nacionais e a emagrecer as contas multi-milionárias de uma certa indústria do fast-fashion.
‘Ainda sou do tempo em que…’ Quantas vezes dizemos esta expressão, seja por graça ou por, de facto, nos referirmos a algo que já não acontece? E isso ocorre nos mais diversos contextos. Seja quando estamos em conversa com os amigos, ou até com colegas de trabalho mais novos, como aconteceu há pouco tempo.
A música não me apanhou à primeira, como já antes aconteceu com as produções de Goldroom, alter-ego do produtor Josh Legg. Goldroom soa sempre a Verão, talvez por força da influência de Los Angeles que o leva a criar música aparentemente simples, com base em sofisticados detalhes electrónicos, surpreendentes não apenas no refrão.
A procura constante de formas de comunicação inteligentes e disruptivas por parte dos profissionais de comunicação, a alteração dos hábitos de consumo de conteúdos e o aparecimento de verdadeiros fenómenos de popularidade na blogosfera, no YouTube ou nas redes sociais abriram caminho a uma nova ferramenta: o Marketing de Influência.