“Estes fenómenos vão continuar a intensificar-se para ondas de calor mais intensas”, afirma o especialista da OMM John Nairn. “Temo que não tenhamos chegado ao fim dos nossos problemas e que essas ondas de calor tenham um sério impacto na saúde e nos meios de subsistência humanos”, acrescenta.
As previsões são que, na América do Norte, na Ásia, no norte de África e na bacia do Mediterrâneo, as temperaturas deverão ultrapassar os 40ºC durante vários dias.
Na sua opinião, a solução para reverter esta situação passa pelo combate aos combustíveis fósseis e pelo investimento na eletrificação.

