A Fundação nasce para dar resposta aos desafios sociais, ambientais e culturais mais prementes do País, consolidando sob uma “visão única” toda a atividade filantrópica do BNP Paribas em Portugal, no ano celebra 40 anos da sua atividade.
A atuação da Fundação BNP Paribas Portugal assenta em três áreas estratégicas: social, focado na inclusão social através do aumento da empregabilidade; ambiental e biodiversidade, que visa contribuir para o aumento da capacidade de investigação e à identificação de soluções aplicáveis em grande escala; e cultura, que assume o compromisso em aumentar o acesso a atividades culturais pelos que normalmente não têm essa oportunidade e apoiar artistas de grupos sub-representados.
No momento do seu lançamento, vai ser feito um investimento de 1,5 milhões de euros, no contexto da Climate & Biodiversity Initiative, que apoia cientistas no estudo das alterações climáticas na biodiversidade marinha, em dois projetos vencedores portugueses, entre um total de 163 submetidos a nível mundial: o OCEANPATH, que consiste na criação de um corredor de migração marinha, numa zona protegia em alto mar entre Cabo Verde e o Golfo da Guiné, para tubarões-azuis, tubarões-mako e baleias: e o SHOW-IT, que vai estudar em aquário o impacto do aquecimento dos oceanos no desenvolvimento precoce dos sistemas imunitários e motores dos Tubarões pata-roxa, por comparação com populações no Oceano Atlântico e no Mar Mediterrâneo.
A presidente da Fundação BNP Paribas Portugal, Luciana Peres, afirma que vão ser apoiados projetos “inovadores, desafiadores, devidamente fundamentados e capazes de produzir impacto mensurável nas suas áreas de trabalho”. “Acreditamos no poder do trabalho colaborativo e estabelecimento de coligações com vista à obtenção de alterações sistémicas na nossa sociedade e no nosso planeta, por isso adotamos como lema: Dar poder aos que agem!”, conclui.
Simão Raposo

