Depois de três edições que contribuíram para colocar a acessibilidade cultural na agenda pública, esta nova etapa pretende mostrar que uma cultura mais acessível já está a acontecer, através de exemplos concretos e boas práticas implementadas em Portugal. Para isso, profissionais da cultura, promotores, artistas e responsáveis por espaços culturais vão partilhar experiências, soluções e recursos que ajudam a tornar concertos, espetáculos, exposições e outros eventos culturais mais acessíveis.
Tal como aconteceu nos anos anteriores, a música vai voltar a ter um papel central. Alguns artistas que já incorporam medidas de acessibilidade nos seus espetáculos vão juntar-se ao RFM Sem Olhar a Quem e atuar ao vivo, em showcases gratuitos, abertos ao público.
Com esta iniciativa, a RFM pretende reforçar o seu papel enquanto marca próxima e mobilizadora para causas de grande relevância. Em parceria com a Fundação Ageas, continua a dar visibilidade à acessibilidade cultural e a mostrar que a mudança já está a acontecer.
Simão Raposo

